Quem tem medo dos anos 80? Quem tem medo de um tsunami de nostalgia?


Se viveste nos anos 80, comeste bolachas Maria molhadas no leite, usaste roupa que picava e pijamas de turco, se colavas pastilhas elásticas debaixo da mesa e sobreviveste como um herói, este livro é para ti. Quem o diz é Joana Emídio Marques, autora de Sou dos Anos 80 – Não Tenho Medo de Nada, que em 1984 tinha dez anos e era a trapezista do bairro em Vila Nova de Santo André, onde cresceu.

O desafio da autora, hoje jornalista, é viajar até ao tempo em que vivia em euforia entre as bonecas Tucha e o Barco do Amor, o jogo do elástico e o macaquinho do chinês, o tempo em que as mães tinham o poder da palavra e do chinelo, se roíam as tampas das canetas Bic e se ia visitar a família à aldeia nas férias grandes, aquele tempo em que se juntavam moedas de 50 centavos num mealheiro e se lutava meses a fio para ganhar um presente.

Sou dos Anos 80 – Não Tenho Medo de Nada não é uma enciclopédia de cromos, mas uma viagem pelas experiências, sonhos e transgressões que fizeram das crianças e adolescentes daquela década não coleccionadores de coisas, mas detentores de uma sabedoria que é urgente recordar e partilhar.


A sessão de lançamento decorre a 30 de Outubro, às 18h30, na Bertrand Picoas Plaza, em Lisboa. Com apresentação de João Miguel Tavares.

SOU DOS ANOS 80 – NÃO TENHO MEDO DE NADA
Joana Emídio Marques
15,6x23
152 páginas
15,90 €
Nas livrarias a 25 de Outubro
Guerra e Paz Editores

SINOPSE
Se viveste nos anos 80, comeste bolachas Maria molhadas no leite, usaste roupa que picava e pijamas de turco, se colavas pastilhas elásticas debaixo da mesa e sobreviveste como um herói, este livro é para ti. Aposto que ainda hoje dizes: «Eu? Eu não tenho medo de nada.» E se não tens medo de nada, então viaja no tempo até à década em que vivíamos eufóricos entre os bonecos da Playmobil e a Tucha, o jogo do elástico e o macaquinho do chinês, em que as mães tinham o poder da palavra e do chinelo, em que roíamos as tampas das canetas Bic, íamos visitar a família à aldeia nas férias grandes, tínhamos um mealheiro com moedas de 50 centavos e lutávamos meses a fio para ganhar um presente. Aqui não encontras uma enciclopédia de cromos, mas uma viagem pelas experiências, sonhos, transgressões que moravam em cada objecto, em cada série de desenhos animados, em cada jogo e que fizeram de nós não coleccionadores de coisas, mas detentores de uma sabedoria que é urgente recordar e partilhar.
Cristiana Ramos
Escrito por:

Estudante no Mestrado em Biologia Celular e Molecular. Viciada em livros e em roer as unhas. Espectadora assídua no cinema, especialmente se aparecer um certo Deus com cabelos loiros. Adora filmes de terror. Louca por cães (quase de uma maneira doentia), mas eles são tão fofos! Romântica incurável (apesar de não admitir).  Fã de Friends, GoT e Big Bang Theory. 

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