Viral da MEBO Games



Quando ficámos a conhecer que a MEBO Games iria lançar um novo jogo de tabuleiro, temos de admitir que a ansiedade aumentou e quando descobrimos a temática e o que realmente era o novo lançamento ficámos mesmo com uma imensa vontade de o experimentar. Demorou algum tempo até conseguirmos uma oportunidade de jogar Viral, mas graças à editora com raízes nacionais lá fizemos uma sessão deste belo jogo. Com um grupo maioritariamente ligado às ciências foi relativamente divertido perceber como as suas áreas se denotaram no decorrer do jogo. Este é um título que pega na ciência do corpo humano e de características dos vírus, colocando uma camada humorística de forma a criar uma bela dose de diversão.

Mas deixem-me começar por onde realmente interessa começar: o início. Viral é um jogo com um conjunto de regras razoável, mas que se explica muito fácil e rapidamente. Todos os que fizeram parte da nossa sessão de teste perceberam a ideia do jogo à primeira e aquilo que era necessário fazer. Podemos dizer que é de fácil compreensão e que os seus próprios componentes, como é o caso do tabuleiro, estão sempre presentes para ajudar. E já que refiro os componentes há que dizer que estes apresentam uma boa qualidade, com cartão duro para os tokens, um tabuleiro e um conjunto de cartas de qualidade. O interior da caixa, como nos vários jogos da MEBO Games, não há muito para se falar. Vem com imensos saquinhos para guardarmos os vários componentes, mas não está dividido de nenhuma forma. Um bom side project que irei realizar será fazer um insert digno deste jogo.


E quanto ao jogo em si? Bem, no que toca aquilo que todos querem saber, este é um título onde o nosso objetivo é ser o vírus dominante, dentro do corpo humano. Para conseguirmos esse feito, teremos de competir contra os restantes jogadores. Passando por uma série de fases em cada turno, que nos permitem fazer várias ações, como por exemplo, movermos os nossos vírus pelos diversos órgãos do corpo humano. Este é por isso,  um jogo onde teremos de gerir as cartas da nossa mão, de forma a conseguirmos fazer as melhores ações. Além disso, envolve uma boa dose de estratégia, em que devemos antever as jogadas dos adversários e assim chegar à grande vitória. Por aqui, gostámos bastante de como o conceito é apresentado e a arte é carregada de um humor fantástico, nunca esquecendo a temática de todo o ambiente. É divertido e torna-se bastante fácil de ser jogado em família, conseguindo gerir muito bem o grau de complexidade entre jogadores mais experientes e claro, os jogadores mais casuais que apenas queiram experimentar um novo jogo de tabuleiro. O Café Mais Geek recomenda este jogo e é da nossa opinião que pode ser um excelente jogo para ser introduzido aos mais novos como ferramenta de aprendizagem através da diversão e humor. Aproveitem que não se vão arrepender.

Eduardo Rodrigues
Escrito por:

Nascido em Coimbra, a residir bem perto e a estudar cá. Considero-me um geek, um devorador de filmes e adoro ler um bom Comic. Gosto de videojogos e adoro o mundo Nintendo. Tenho uma pequena coleção que vai desde a Mega Drive até à Wii U. Adepto quase fanático da Briosa e um assistente fervoroso no estádio.

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