domingo, 3 de junho de 2018

RiaCon 2018: Resumo de sábado


Este ano decidimos encaminhar o nosso destino até Estarreja e conhecer finalmente a RiaCon. Este evento realizado já há alguns anos conta sempre com um grande número de apoios, além de mais de 400 jogos para poderem experimentar e ainda muitos para venda. Podem também participar em concursos para tentar ganhar algum jogo. Juntámos então um grupo de quatro pessoas e lá fomos passar um dia só para experimentar jogos de tabuleiro novos.

Chegámos ainda antes de almoço e depois de uma rápida conversa com o staff que prontamente se disponibilizou para explicar como tudo funcionava, procedemos à confirmação da nossa inscrição e de seguida à escolha de um jogo. Cacao foi o primeiro selecionado. Prontamente um membro do staff veio explicar as regras e lá fizemos uma partida relativamente rápida. Este é um jogo bem ao estilo de Carcassonne que adiciona algumas mecânicas extras muito interessantes, criando situações de luta por terrenos colocados. Tem uma dinâmica muito bem desenvolvida e conseguimos facilmente construir uma estratégia para vencer. Ou quase vencer.



Depois decidimos sair para ir almoçar. Fomos ao centro de Estarreja e tenho de referir aqui a Pizzaria d'Avó, que é um local que recomendamos. Pizzas muito saborosas, incrivelmente leves, um atendimento fantástico e muito divertido. Um local sem dúvida a ter em conta quando estiverem por lá.

Depois de um belo almoço ficámos prontos para experimentar mais alguns jogos. Começámos pelo Codenames que já há algum tempo que queríamos experimentar e entre os quatro realizámos algumas partidas, fazendo sempre algumas trocas nas equipas. Um jogo divertido onde encaixámos um tema a um clássico de descobrir a palavra. A ideia é tão simples e direta que rapidamente e sozinhos compreendemos como jogar. A arte do jogo, apesar de pouca, está muito bem desenvolvida. Aproveito já para falar do último jogo que jogámos, o Codenames: Images. Como podem perceber pelo título este jogo é basicamente o mesmo, mas as imagens substituem as palavras do jogo original e aqui sim podemos falar realmente de arte. Cada carta tem um aspeto único e divertido. Algo como em Dixit, onde cada carta pode ter diversos significados, mas bem mais simplistas e com traços muito diretos. Dois jogos que valem realmente a pena e nos proporcionaram uma série de partidas bem divertidas. Rápido e muito interessante.


Temos mais um jogo para falar. Finalmente tivemos a oportunidade de experimentar Azul. Este abstrato foi mais difícil de agradar ao grupo, principalmente pela tipologia do jogo e pela forma como se desenrola. As regras não são muito complicadas e são relativamente pequenas, mas principalmente são fáceis de compreender e com uma explicação bastou para entendermos e jogar sem grandes dúvidas pelo meio. Apenas o sistema de pontuação pode ser um pouco confuso ao início, mas com um segundo jogo as coisas encaixam-se. Ficámos pelo tabuleiro mais fácil, mas ainda quero experimentar o modo mais difícil.


Agora, para concluir este pequeno texto. Se nunca foram, ou não fazem ideia do que é a RiaCon, aconselho a todos os fãs de jogos de tabuleiro, ou até mesmo aqueles que querem descobrir do que se trata este mundo (acreditem que há muito mais além do tradicional monopoly!), estejam atentos ao Grupo de Boardgamers de Aveiro e no próximo ano apareçam por lá! Nós vamos repetir!
Eduardo Rodrigues
Escrito por:

Nascido em Coimbra, a residir bem perto e a estudar cá. Considero-me um geek, um devorador de filmes e adoro ler um bom Comic. Gosto de videojogos e adoro o mundo Nintendo. Tenho uma pequena coleção que vai desde a Mega Drive até à Wii U. Adepto quase fanático da Briosa e um assistente fervoroso no estádio.

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