Assassin's Creed: Em Retrospectiva


Algures no fim de 2007, comprei uma revista. Chocante, não é? Eu não era muito de comprar revistas, mas a capa daquela chamou-me a atenção. Tinha um homem que me fazia imaginar um ninja atirado para os tempos medievais, qual Robin dos Bosques, mas não foi isso que me deixou curioso. Já tinha visto algo idêntico em "Prince of Persia". Não, o que me despertou a curiosidade foi a promessa de ser um jogo visualmente espectacular.

"Jogos com espadas há muitos", pensei eu, "mas em termos visuais costumam ser um pouco toscos, especialmente na parte das lutas, com movimentos repetitivos que muitas vezes nem batem certo". Aquele jogo, no entanto, dizia que ia ser diferente. Então, sem muito mais pesquisa e sem esperar pelo Natal ou aniversário, peguei no meu mealheiro e atirei-o à Ubisoft. Foi assim que, como uma pequena águia que salta pela primeira vez do ninho, dei um salto de fé e comprei o primeiro Assassin's Creed para a PlayStation 3. 

 
Juntamente com Desmond Miles, um homem que se vê no papel de cobaia num laboratório futurista onde lhe é permitido visitar as memórias dos seus antepassados, desvendei a épica aventura de Altaïr Ibn-La'Ahad e a sua cruzada contra as... bem, as Cruzadas... dos cruzados.

Posso dizer-vos que adorei o sistema de combate, que já devem ter percebido que era a minha maior preocupação, mas o jogo claramente não era perfeito. A palete de cores era tão monótona como as missões, a história não era propriamente profunda, a personagem principal não era exactamente a personificação do charme e era fácil de compreender que os jogadores mais impacientes pousassem o comando após algumas horas. Mas não eu. Não só porque sempre fui teimoso e curioso por saber como terminam a histórias, mas também porque comprei o jogo a preço de lançamento e não iria ser facilmente derrotado.

Ultrapassando a rija casca da repetitividade, pude apreciar o centro sumarento que era o objectivo principal do jogo: mostrar as capacidades da mais recente geração de consolas (na altura) através das espectaculares paisagens arábicas no fim do século XII.

E o jogo era pouco mais que isso: matar inimigos tolos que gritavam "Assassin" a cada minuto e admirar as paisagens. Terminado o jogo, que não tinha modo online ou multi-jogador, não havia mais nada para fazer, pelo que acabei por vendê-lo. Mais tarde voltei a jogá-lo no computador (pela nostalgia) e desde então tenho feito a colecção da saga para essa plataforma.

Mas dando um passo atrás, lembram-se de todos os defeitos que apontei? A Ubisoft também tomou nota e corrigiu-os todos quando, dois anos mais tarde, lançou o segundo capítulo do franchise, muito surpreendentemente intitulado Assassin's Creed II

 
Logo desde o primeiro trailer, o "hype" foi estrondoso. Desta vez, Desmond visitava a rica história de vingança sobre Ezio Auditore da Firenze, um bon vivant que não só vê parte da família ser executada e a reputação da mesma destruída, como se vê na posição de tomar o lugar do pai como chefe de família e, mais tarde, como Mestre Assassino.

E houve mais, muito mais. As novas armas e mecânicas deram novas opções aos jogadores e as missões e capítulos tornaram a história mais fluida. Como cereja no topo do bolo, e não esquecendo a essência do franchise, tivemos acesso às cores vibrantes da Renascença Italiana, com destaque sobre o Carnaval veneziano.

Juntamente com Ezio, conheci "em pessoa" DaVinci, cujo carisma iniciou uma incessante parada de figuras históricas nos jogos vindouros. Foi assim que os Assassinos, por norma personagens discretas, entraram para os mais prestigiados círculos de personalidades, incluindo Machiavelli, Copernicus, vários Borgia, Thomas Jefferson, George Washington, Benjamin Franklin, Barba Negra, Mary Read, Charles Vane, Charles Dickens, Charles Darwin (ena, muitos Charles), Napoleão Bonaparte, Sir Arthur Conan Doyle, a rainha Victória, Karl Marx, Florence Nightinghale, Cleopatra, Julius Caesar e por esta altura já só estou a escrever nomes. Não interessa, são muitos, mesmo muitos. A moral da história é: Assassinos têm contactos. Não me levem a mal. Apesar de pessoalmente achar que podiam ser mais criteriosos na escolha de personalidades históricas, inclui-las não só é uma excelente maneira de ensinar História, como ajudou a unir a fantasia à realidade.

De qualquer forma, o sucesso do Assassino italiano foi tal que nos dois anos seguintes Ezio teve direito a mais dois jogos: Assassin's Creed Brotherhood (2010) e Assassin's Creed Revelations (2011). Ambos trouxeram novas habilidades e histórias, refrescando até certo ponto a história do jogo anterior. "Brotherhood" explorou mais profundamente o espaço italiano, bem como a restauração da irmandade de Assassinos. Já "Revelations" levou Ezio à Constantinopla e fortaleceu a ligação entre Ezio e Altaïr, dando a muito merecida profundidade ao Assassino original e fechando assim o ciclo entre as personagens principais do franchise.

 
Claro que a saga não terminou aí. Logo em 2012, a Ubisoft aproveitou a onda de sucesso e deixou-me novamente curioso com o seu novo e ambicioso projecto, Assassin's Creed III. Neste novo capítulo iriamos atravessar o Atlântico (e mais um par de séculos) e aterrar na Revolução Americana, onde abandonaríamos o ambiente citadino e as estruturas fortemente poligonais em virtude da natureza selvagem do que viriam a ser os Estados Unidos da América. Isso significa que os jogadores passariam menos tempo agarrados a paredes e telhados e mais tempo no meio da floresta. Mais ainda, seriamos atirados para o meio de um conflito principalmente travado com armas de fogo e nunca um Assassino tinha estado no meio de um campo de batalha com essas características.

 
Por outro lado, a mudança não se ficou pelo ambiente. O charme de Ezio também foi substituído pelo semblante algo taciturno de Ratonhnhaké:ton, mais conhecido como Connor, o filho de um templário britânico chamado Haytham Kenway e de uma nativa americana.

No início da aventura fui atirado para a pele de Haytham e, talvez por isso, este terá sido o primeiro jogo que me fez ver com mais atenção o lado dos Templários, a ordem antagonista dos Assassinos. Enquanto os Assassinos lutavam pelo livre arbítrio, os Templários lutavam pela ordem. Essencialmente, nenhum é bom ou mau, apenas procuram a paz através de meios diferentes. Ou algo assim. Isto tem muito que se lhe diga, mas o que quero dizer é que até "Assassin's Creed III", os Templários tinham sido sempre claramente os vilões aos meus olhos e, com este novo capítulo, isso talvez não fosse uma verdade assim tão clara.

Ainda assim, e francamente, o jogo desiludiu-me um pouco, mas trouxe uma mecânica que se tornaria muito relevante para a saga: a batalha naval. "Assassin's Creed III" levou os jogadores pela primeira vez ao alto-mar a bordo do Aquila. As sequências não foram longas, mas foram o suficiente para deixar os jogadores a desejar por mais e, assim, em 2013, chegou o Assassin's Creed IV: Black Flag.

 
Quando vi o trailer pela primeira vez pensei "este é o Assassin's Creed menos Assassin's Creed de sempre". Verdade seja dita, a personagem principal, Edward Kenway, não é grande Assassino, mas raios me partam se não é divertido vestir a pele dele. Depois da deprimente história de Connor, se me diziam que podia ser um pirata e fazer o que bem entendesse, a minha resposta seria: "Soltem as velas!".

Assim voltou a mecânica da batalha naval em força. As longas viagens a cavalo que tinham marcado os títulos anteriores foram substituídas por viagens de barco pelas Caraíbas ao som de cânticos de piratas. Fizesse chuva ou sol, fosse dia ou noite, estivesse o mar tempestuoso ou tão calmo como no filme "A Vida de Pi", todos os segundos a bordo do Jackdaw foram visualmente espectaculares.

Infelizmente, o maior ponto forte também era o maior mal de "Black Flag". Toda a liberdade que foi dada aos jogadores tornou o jogo muito fácil. Entre múltiplas espadas, múltiplas pistolas e outras armas, Kenway era um tanque ágil e super-poderoso ao qual nem uma armada conseguia fazer frente. Isso tornou o jogo divertido durante um bocado, mas compreensivelmente menos cativante para alguns jogadores. Em 2014, a Ubisoft teve a fantástica ideia (estou a ser sarcástico) de lançar dois novos jogos ao mesmo tempo. 

 
Primeiro falemos de Assassin's Creed Rogue, que nos deu a história de um Assassino que decide mudar para o lado dos Templários. Tanto em termos visuais como de jogabilidade, o jogo era basicamente o "Black Flag" com uns extras, mudando apenas a paisagem do ar quente das Caraíbas para o ar gélido do norte americano.

Para mim, a parte mais cativante do jogo seria a história que, na minha modesta opinião, podia ter sido melhor aproveitada. "Rogue" também deu destaque ao povo português, que pôde ver a sua amada Lisboa representada num curto mais muito relevante capítulo do jogo.

No mesmo dia foi lançado também o Assassin's Creed Unity. Esse foi recebido de forma bastante negativa, principalmente devido ao facto de o jogo ter sido comercializado sem os devidos cuidados. Todos os erros, glitches e bugs deixaram os jogadores frustados e a Ubisoft andou a entregar correcções pós-lançamento durante uns tempos. Felizmente (para mim), só joguei o jogo muito mais tarde e não passei pelas mesmas más experiências.

Depois de "Black Flag" e "Rogue", que através do sistema naval nos davam a ilusão de um mundo gigantesco, "Unity" deixou-me um pouco claustrofóbico. Não só por me limitar à Paris da Revolução Francesa, mas também por tirar toda a liberdade de jogo que tinha tido com as personagens dos jogos anteriores. Na altura achei que essa mudança era para pior, mas depois compreendi. Essas alterações tornaram o jogo mais desafiante. Os movimentos do novo herói, Arno Dorian, eram fluidos e graciosos e em pouco tempo deixei de sentir a falta das pistolas de Kenway. Além disso, apesar do mundo parecer mais pequeno, "Unity" deixou-nos pela primeira vez explorar o interior dos edifícios. Podiamos não ter a floresta americana ou as águas das Caraíbas, mas tinhamos as belezas arquitectónicas francesas dos finais do século XVIII e apesar do mundo parecer mais pequeno, tinha muito mais detalhe.

 
Por muito positivos que fossem certos aspectos desses jogos, os bugs de "Unity" e a coincidência com o lançamento de "Rogue" (que passou despercebido para alguns) magoaram as vendas não só desses títulos, mas também do que seria lançado no ano seguinte: Assassin's Creed Syndicate. Mas antes de passar ao "Syndicate" tenho que falar um pouco sobre um terceiro "Assassin's Creed" que também foi lançado em 2014. E se o "Rogue" passou despercebido, este ainda mais. Note-se que só estou a dar atenção a jogos que foram lançados para PC (e para as "grandes" consolas). Bom, mas este jogo tem uma história interessante que merece o destaque.

Em 2012, a par com o "Assassin's Creed III", a Ubisoft lançou um exclusivo para a PlayStation Vita chamado Assassin's Creed Liberation. Os fãs gostaram tanto do jogo e acharam-no tão relevante para a saga que criaram uma petição para adaptá-lo para PC. Em 2014, a produtora acedeu ao pedido e Assassin's Creed Liberation HD foi lançado. O jogo era parecido com o seu antecessor, mas focava-se em temas como a escravatura e a cultura negra nos terrenos pantanosos de Nova Orleães e Louisiana. Aveline, a protagonista, podia trocar de roupa, como vestido, fato de Assassino ou roupas de escravo, que lhe davam vantagens ou desvantagens, dependendo do tipo de ambiente e missão. Não era uma mecânica muito atraente, mas fazia sentido. Este terá sido o primeiro jogo da saga com uma protagonista feminina. Tendo pouco mais a dizer sobre esse jogo, vamos continuar para 2015.

 
Nesse ano, trocámos as maravilhas parisienses pelas londrinas e chegámos a outro importante marco histórico: a Revolução Industrial. Outra pequena revolução foi a do protagonista. Talvez numa tentativa de agradar tanto aos "meninos" como às "meninas", ao invés de optar por um, "Syndicate" deu-nos os dois: os gémeos Jacob e Evie Frye.

A ideia era Jacob ter um tipo de jogo mais directo e orientado para os jogadores que gostam de "entrar a matar", enquanto Evie, sendo mais calculista, seria mais discreta e preferível para quem prefere ser cirúrgico. A verdade é que não achei a diferença palpável, tirando algumas habilidades exclusivas de cada um. Por exemplo, Jacob poderia ter habilidades que lhe permitiam acabar com os inimigos mais depressa, enquanto Evie seria capaz de se tornar invisível em determinadas circunstâncias. Sendo sincero, preferi os movimentos graciosos de Evie e dei por mim a jogar mais com essa personagem, tirando pelas missões em que era forçado a trocar.

Outra coisa que notei no jogo era como o sistema de combate mudou e os inimigos conseguiam levar uma impiedosa e interminável carga de pancada antes de cairem ao chão. O exagero era tal que me tirava constantemente da imersão do jogo. A minha impressão é que "Syndicate" não teve tanto sucesso quanto era esperado, talvez tanto pelo efeito do ano anterior na opinião pública, talvez pelo favorecimento das engenhocas e sistema de combate face ao ambiente, talvez por a Revolução Industrial não ser o período com as paisagens mais espectaculares ou talvez por o vilão estar mais preocupado com o próprio bigode do que em levantar-se da cadeira. Independentemente da razão, a Ubisoft decidiu (e bem) passar um ano no cantinho a pensar sobre o que tinha feito. Como todo o bom castigo bem aplicado, a lição foi aprendida e trouxe-nos Assassin's Creed Origins em 2017, mas essa é uma viagem para outro dia. 

Pedro Cruz
Escrito por:

"Spawned" em Aveiro no ano de 90, apreciador de amostras de imaginação e de criatividade, artesão de coisas, mestre da fina arte da procrastinação e... por hoje já chega, acabo isto amanhã...

24 comentários:

  1. Olá Pedro, boa tarde.
    Confesso que fiquei muito surpresa com esse mega post, rs eu não conheço nada sobre esses jogos, embora meus irmãos sejam viciados.
    É legal saber que por trás, tem uma história interessante!!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado. Fico contente por saber que o artigo foi útil. A minha intenção era mesmo escrever para quem não conhecia a saga :)

      Eliminar
  2. Só de ter voltado na Paris da Revolução Francesa, deve ser o máximo esse jogo. Gostei demais desse post e irei mostrar para meus primos que adoram jogos.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado. Agradeço as partilhas, porque ajudam o blog a crescer :D.
      Todas as épocas visitadas são espectaculares de uma forma diferente. Creio que será por isso que os jogos chegam a tanta gente e continuam relativamente "frescos". Irei escrever sobre os dois jogos mais recentes assim que puder :)

      Eliminar
  3. Eu não conheço nada desses jogos, então fiquei bem surpresa por saber que o jogo se aprofundou bastante em acontecimentos históricos, deve ter sido bem interessante apesar dos erros e dos muitos lançamentos que tiveram e tiraram um pouco da beleza

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Historicamente os jogos têm algum grau de precisão. Claro que também têm fantasia. No entanto, nenhum jogo me transporta para outro mundo tão bem como os jogos de Assassin's Creed e creio que isso se deve ao grafismo e ao facto de saber que os cenários são baseados em estruturas reais.
      Obrigado pelo feedback :)

      Eliminar
  4. Eu confesso que é uma das franquias que mais gosto. Mas como sou do tipo que não sabe jogar muito bem, eu li os livros e apesar de saber que tem muita coisa diferente eu adoro. Adorei seu post.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado :D. Eu li um livro depois de jogar o jogo e tenho que admitir que não fiquei grande fã, mas acho que sei porquê. Primeiro, porque li um dos primeiros livros, que eram muito baseados nos jogos, ou seja, já sabia o fim. Depois, estes jogos são muito focados na estética dos cenários. Eu preciso disso. Por outro lado, os livros têm muitos detalhes que não se nota ou não existem nos jogos. Principalmente detalhes sobre as personagens. Além disso, não tenho a certeza, mas julgo que os livros mais recentes têm ainda mais conteúdo original, pelo que quem joga não sente que está a repetir a história.
      Gostei do seu comentário :). Obrigado.

      Eliminar
  5. Acredito que a fase de ouro do Assassins creed foi no ps3, principalmente com o Ezio Auditore. Depois com a chegada na nova geração, e com ganância da Ubisoft a franquia ficou desgastada, mas o seu texto é muito bom e nostalgico para lembrar os tempos de ouro. Acho que os personagens histórios estão desde o primeiro jogo, com o rei Ricardo coração de leão. Muito boa essa retrospectiva :) Abraços!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sim, é verdade, logo no primeiro jogo tinham personagens históricas. E julgo que aí também estava numa proporção melhor. Quero dizer, quando o Rei Ricardo aparece, é um momento importante. O jogador não sabe o que vai acontecer e o que esperar dessa grande personagem. Ela foi importante. Nos jogos mais recentes, são tantas personagens famosas que facilmente caem no esquecimento.
      No entanto, e apesar de também ter um carinho especial pelo Ezio, cada jogo tem um "sabor" diferente. Mesmo que a jogabilidade se tenha alterado bastante, o foco no ambiente continua e todos os jogos têm fãs, até porque todos os jogos foram o primeiro jogo de alguém. Além disso, os primeiros têm sempre um lugar especial nos nossos corações :D.
      Obrigado pela resposta. Abraços :)

      Eliminar
  6. Olá! Tudo bem?

    Pedro, essa retrospectiva ficou fantástica! Acredito que todos nós já tivemos alguma experiência com a franquia, que por sinal, é uma das minhas favoritas.


    Até breve!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá. Por aqui está tudo óptimo. E por aí? :D

      Sim, é verdade. Entre jogos, filmes, livros, banda desenhada, jogos de tabuleiro, etc... no que já vai em mais de uma década, este é sem dúvida um grande franchise que já tocou muita gente. Aliás, tanto gosto, que há 4 anos faço cosplay de Assassin's Creed :)

      Até breve ;)

      Eliminar
  7. Na minha humilde opinião, o jogo foi ficando melhor a cada ano e o gráfico foi evoluindo cada vez mais também. Muito bom! <3

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os gráficos são, sem dúvida, o centro destes jogos. Podemos não gostar da história ou da jogabilidade, mas aquela sensação de ser transportado para outro mundo está sempre lá :). Obrigado pelo feedback.

      Eliminar
  8. Hola: me encanto saber mas de esta saga de juegos que planeó comprar en algun comentó.Gracias por comparti. Saludos cordiales.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado pelo feedback :D. Fico encantado por saber que temos audiência espanhola. Aconselho sempre a começar pelo primeiro e a jogar por ordem cronologica. Não só por a história fazer mais sentido, mas também para se ver a evolução gráfica, que é uma componente importante destes jogos.
      Obrigado pelo comentário. Saludos cordiales ;)

      Eliminar
  9. olá,

    Confesso que amo jogos, mas nunca me interessei por este em questão, mas quis saber mais sobre a história por de trás dele. Adorei seu post, e agora posso dizer que estou mais por dentro deste mundo.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Obrigado. Fico feliz em saber que o artigo foi útil :). Obrigado pelo feedback.

      Eliminar
  10. Olá, tudo bem?

    Eu peguei Assassin's Creed em 2007 logo assim que lançou e fiquei encantado com o jogo que naquele momento era revolucionário, os anos se passaram e continue jogando, mas não em ordem de lançamento. O meu favorito é BLack Flag. Parabéns pela publicação, ficou bem legal!
    Abraço!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Por aqui tudo bem. E por aí?
      Esse comentário poderia ter sido escrito por mim :)
      Obrigado e abraço.

      Eliminar
  11. Já faz um tempo que não jogo nada, ao contrário do meu esposo que assim que pode está de jogo novo inclusive esse é um dos seus preferidos perdendo somente para jogos de futebol.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É difícil conjugar o hobby de jogar e escrever com as responsabilidades diárias. Tenho que agradecer à minha namorada por me ajudar muito nesse aspecto :). Vocês são extremamente importantes nas nossas vidas :D

      Eliminar
  12. Olá!

    Eu sou totalmente por fora de jogos porque sou daquelas descontroladas. Quando começo um jogo, deixo minha vida toda de lado pra viver aquele mundo.
    Assassins Creed parece ser desses que me fariam hibernar dentro de casa e nunca mais teria vida social kkkkkk
    Adorei os detalhes e a evolução do jogo na forma como você colocou. Deu vontade de jogar. Socoorro!

    Grande beijo,
    https://almde50tons.wordpress.com/

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Joga... jogaaa...
      Eheh, sim. Este é, de facto, um desses jogos. Aliás, quem nunca jogou tem mais de uma década para acompanhar :D
      Este ano não vai haver um jogo novo e estamos mesmo a começar o ano. É uma boa altura para começar ;)
      Depois quero saber a opinião.

      Eliminar