Últimas novidades da Porto Editora


Vencedor do Grande Prémio Romance e Novela APE, faz um retrato familiar de três gerações de mulheres portuguesas. 

Rosalina, Filomena, Joana: três mulheres da mesma família, vozes de três gerações diferentes e protagonistas do romance A Terceira Mãe, de Julieta Monginho, livro vencedor do Grande Prémio do Romance e Novela APE 2008.

Através de cada um destes pontos de vista, acompanhamos, por um lado, a história familiar de uma avó, sua filha e sua neta, mas também, paralelamente, a evolução do papel da mulher da sociedade portuguesa do século XX até aos nossos dias, dos seus desafios e ambições. 

SOBRE O LIVRO:
O irmão poeta; o vizinho apaixonado que espreita pela janela; o enteado, decidido a acabar com a tristeza que o consome; a filha, numa constante revolta pelo que podia ter sido, mas não foi; a neta, que adora a avó, embora precise de fugir para criar uma história a seu gosto - estas e outras personagens contribuem para reconstruir o caminho de solidão, amor e perda que foi a vida de Rosalina, a protagonista. Ao segui-la desde a infância até à velhice, é a criança, a esposa, a mãe e a avó que o leitor conhece. É a sua história de submissão, perda e mudança que se conta neste entrelaçado de vozes unidas para descrever uma vida. 
Rosalina, Filomena e Joana são três mulheres de gerações distintas. Três vidas, três visões do mundo, três formas diferentes de agir na adversidade. Em A Terceira Mãe, de Julieta Monginho, evoca-se a mulher, o seu papel e os desafios que constantemente lhe são colocados, bem como a evolução, rumo a uma maior liberdade e autonomia, do seu lugar na sociedade. Decorrendo num tempo que se estende do início do segundo quartel do século XX até à actualidade e dando ao leitor uma visão do feminino e dos muitos mundos que o preenchem, A Terceira Mãe foi consagrado em 2008 com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE. 
Primeiras páginas disponíveis aqui.



A Porto Editora publica No passado e no futuro estamos todos mortos, o novo livro de Miguel Esteves Cardoso. 

É em homenagem contínua ao presente, à vida, que "não é a melhor coisa que temos: é a única", que este livro corre. Ao longo de mais de 200 crónicas, divididas por 11 capítulos, MEC escreve sobre os tempos, os amores, as irritações e os prazeres. Tudo o que faz parte da vida. 

"Nem sequer temos de escolher. Podemos viver sem querer saber. A vida não se pode desperdiçar: é sempre uma fortuna temporária, uma miséria irrepetível, o único momento da eternidade que é nosso", escreve no prefácio a No passado e no futuro estamos todos mortos

"Como é que a vida não é um milagre? Toda a vida de todos os seres vivos, sejam leveduras, papoilas, borboletas, leopardos, pessoas ou andorinhas. Sabemos como nascemos. Sabemos como morremos. Só nos resta viver." 

Miguel Esteves Cardoso estará na Feira do Livro de Lisboa no dia 16 de junho, a partir das 15:30, para uma sessão de autógrafos integrada na programação do Espaço do Grupo Porto Editora, Autores que nos unem. 

SOBRE O LIVRO:
"Pensar na morte é a melhor maneira de dar valor à vida. O tempo que perdemos a fazer coisas que não são prazeres nem nos ensinam nada é um terrível desperdício. O melhor, para dar valor à vida, é fingir e imaginar que se morre todos os dias. É fácil. Estarmos cá, vivos e conscientes, é uma estranha excepção, que vai a favor de todos os que morreram e nunca mais voltaram."



Um livro sobre a força de viver encantado, acompanhado pela arte de Nino Cais. 

A Porto Editora faz regressar às livrarias de todo o país As mais belas coisas do mundo, de Valter Hugo Mãe. Publicado pela primeira vez em 2010 e há muito esgotado, uma versão deste texto estava disponível na coletânea Contos de cães e maus lobos (publicado em 2015). Agora totalmente revisto, este conto, uma preciosidade poética sobre a memória dos avós enquanto património único e íntimo, ganha uma nova vida numa delicada edição. 

Com arte do brasileiro Nino Cais, esta obra escrita para os leitores mais jovens nasce da procura de uma explicação para as mais complexas coisas do mundo. Num permanente diálogo intergeracional, um menino procura respostas para os mistérios da vida dentro do abraço sapiente de um avô com ar de caçador de tesouros. Mistérios que só um detetive com atenção cirúrgica à felicidade e aos afetos consegue desvendar. 

As mais belas coisas do mundo é uma obra essencial, profundamente comovente, sobre a memória dos avós, mestres a transmitirem o sonho e o silêncio, a escuta e as lições do que realmente importa. 

SOBRE O LIVRO:
«Eu entendi que o meu avô era como todas as mais belas coisas do mundo juntas numa só. E entendi que fazer-lhe justiça era acreditar que, um dia, alguém poderia reconhecer a sua influência em mim e, talvez, considerar da minha pessoa algo semelhante.» 
A história de um menino que, dentro do abraço do avô, procura encontrar respostas para os mistérios da vida. O avô, que tem ar de caçador de tesouros, revela-lhe o maior de todos para curar a tristeza e a despedida: o encanto. Um conto profundamente comovente sobre a força dos afetos e da memória dos avós.



Chegaram às livrarias os dois primeiros volumes de uma nova série juvenil da Porto Editora que vai divertir os leitores mais jovens: Eu, Elvis Riboldi, da autoria de Bono Bidari. 

Elvis Riboldi é um rapaz muito, muito especial. Uns juram a pés juntos que é o diabo em pessoa. Outros afirmam que é apenas um pouco maluco. Mas Elvis não precisa de testemunhos… ele vai explicar na primeira pessoa os detalhes mais escabrosos do seu próprio comportamento, sem nunca ter vergonha de ser como é. Provocando desastres e gargalhadas em igual medida, as aventuras e desventuras deste miúdo hiperativo – simultaneamente um elogio desbragado à infância e também um desabafo sobre uma temática de saúde cada vez mais central para muitos pais – chegam agora às livrarias em dois volumes. Eu, Elvis Riboldi e Eu, Elvis Riboldi e o restaurante chinês inauguram esta nova coleção de novelas gráficas que vão levar os leitores até à (ex)pacata cidade de Icaria, onde tudo pode acontecer… não fosse o talento desmedido de Elvis para encontrar sarilhos! 

As aventuras de Elvis e seus amigos foram já adaptadas a uma série televisiva de animação, e, muito em breve, serão exibidas em Portugal pelo Cartoon Network. 

SOBRE OS LIVROS:
Eu, Elvis Riboldi 
Elvis Riboldi é um rapaz e peras, incapaz de fazer mal a uma mosca. Daí que deste livro não resulte nenhuma mosca magoada. De facto, os estragos resumem-se a: 
• uma casa completamente queimada 
• centenas de carros destruídos 
• 82 motas desfeitas 
• 16 vidros partidos 
• 12 lápis de cor comidos 
• 8 máquinas avariadas 
• 5 ovos desfeitos 
• 1 relógio de luxo estilhaçado 

E materiais diversos como despertadores, óculos e um bolo de aniversário - sem recuperação possível. 
Se achas que estamos a exagerar, então não conheces o Elvis. Estás à espera de quê?


Eu, Elvis Riboldi e o restaurante chinês 
Elvis e o seu amigo Boris estão muito interessados em conhecer as delícias exóticas do novo restaurante chinês da cidade de Icaria. Sunte Lee, filho dos proprietários, é também o novo colega de escola, e depressa inspira a admiração dos nossos protagonistas, sobretudo graças ao conhecimento profundo das artes marciais. 

Mas, rapidamente, a novidade transforma-se em desgraça: os cães da cidade começam a desaparecer e, claro, o preconceito local aponta o dedo ao restaurante chinês. Elvis e Boris iniciam uma investigação que os levará a revelar os segredos mais profundos e surpreendentes de um dos personagens mais poderosos de Icaria.
Cristiana Ramos
Escrito por:

Dividida entre o mundo da Ciência e o mundo Geek. Viciada em livros e em roer as unhas. Espectadora assídua no cinema, especialmente se aparecer um certo Deus com cabelos loiros. Adora filmes de terror. Louca por cães, mas eles são tão fofos! Romântica incurável (apesar de não admitir). Fã de Friends, GoT e Big Bang Theory.

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