MOTELX 2024: Os Vencedores da 19º edição

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O Motelx voltou a invadir as salas dos Cinema São Jorge e ao fim de 7 dias e mais de 150 filmes, masterclasses, atividades e apresentações, chegamos ao fim de mais uma edição.

Como já é habitual, no penúltimo dia do Festival são anunciados os vencedores da 19ª edição do Festival Internacional do Cinema de Terror de Lisboa, que arrancou com a entrega do o primeiro Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror a Gale Anne Hurd, que abriu caminho em Hollywood a pulso e foi produtora de filmes icónicos como “Aliens”, “O Abismo”, “Exterminador Implacável 2: O Dia do Julgamento”, “O Cume de Dante” e mais recentemente “The Walking Dead”.

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O juri composto por Cláudia Jardim (criadora e intérprete), Teresa Vieira (programadora, crítica e jornalista) e Manuel Baptista (programador), atribuiu o prémio Motelx para a  Melhor Curta de Terror Portuguesa 2025 a “O Compositor”, de Afonso Lucas e Rodrigo Motty, que retrata as relações obssessivas entre o desejo, o ego e o poder.

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o Júri entregou ainda uma Menção Honrosa para “Anexado“, de Jonas Costa, pelo pelo “eficaz desenvolvimento de guião e pela excelente montagem”, assim como “pelo bom espelho do terror do mundano e da obsessão”.

Por sua vez, o júri composto por Miguel Honrado (gestor cultural), Rui Alves de Sousa (jornalista) e Cristiana Miranda (realizadora e produtora) atribuiu o Prémio Méliès d’argent para a Melhor Longa-Metragem Europeia 2025 foi atribuído a “Her Will Be Done“, de Julia Kowalski, pela sua ousadia narrativa, atmosfera intensa e emocional, que retrata os horrores do isolamento rural e o machismo violento e estrutural.

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O mesmo júri atribuiu o Prémio Méliès d’argent para Melhor Curta Europeia a “Amarelo Banana”, do realizador português Alexandre Sousa, destacando a “mestria na criação de um universo particular e macabro, através de uma abordagem que recai tanto na simplicidade como na originalidade”.

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Como já é habitual, o Festival celebra também a escrita para cinema, com o Prémio MOTELX – Melhor Guião de Terror Português, que foi entregue a António Xavier Rodrigues com “Quem Mata no Camarido? (Seis Betos e Meia)”, pelo júri composto por João Cândido (realizador e argumentista), Luís Campos (realizador e produtor) e Mariana Vicente (argumentista).

Ainda dentro da categoria de escrita, o guião de Maurício Valentino Borges: “O Clube de Tricô das Quartas”, foi o vencedor do Prémio Betclic Monster Odds MOTELX.

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Provando que o Terror é para todas as idades, o Prémio Lobo Mau, a secção feita para o público mais jovem, o júri composto por Ana Clara Barros, Ângela Semedo e Adilson Semedo (jovens que pertencem ao projeto CoolBRAVE) elegeu “The Legend of the Hummingbird”, de Morgan Devos. atribuíram ainda uma Menção Honrosa a “Nube”, de Diego Alonso Sánchez de la Barquera Estrada, Christian Arredondo Narvaez.

E por fim, “Dragonfly“, de Paul Andrew Williams foi a longa-metragem vencedora do Prémio do Público, que conta com as atuações brilhantes de Brenda Blethyn (“Secrets & Lies”), duas vezes nomeada ao Óscar, e Andrea Riseborough (“Possessor”).

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Para o próximo ano, o MOTELX celebra a sua muito especial 20.ª edição que vai decorrer de 8 a 14 de Setembro de 2026.

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Patrícia Guerreiro
Do Baixo Alentejo para Lisboa, cresci rodeada de literatura fantásta, filmes de terror e uma obsessão nada saúdavel por Naruto. Atualmente casada com a minha outra metade geek e a limpar caixas de areia, continuo a navegar esta vida de classe operária, entre crises de ansiedade e a minha paixão por filmes de terror.

Colaboraram neste artigo

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