Leia em casa com as novidades da Editora Assírio & Alvim

É tempo é de estar em casa e nada melhor do que com um livro como companhia! Aqui podem espreitar as últimas novidades da Editora Assírio & Alvim.

Assírio & Alvim reedita coleção de 50 poemas escolhidos por Eugénio de Andrade

Este é o mais fascinante livro da nossa poesia, a suprema festa da língua. E não apenas isso: estão aqui alguns dos raros versos — como dizer? — que participam da respiração do mundo e da pulsação das estrelas. Temos de pensar em nomes máximos, Virgílio, Dante, Shakespeare, S. João da Cruz, para encontrar igual esplendor. Igual, não maior. E não são exageros nacionalistas, que nunca tive, nem creio que venha a ter.

Eugénio de Andrade no prefácio desta obra.

Vinte anos depois da impressão original, “Sonetos de Luís de Camões escolhidos por Eugénio de Andrade” é agora objeto de reedição.

O Camões que neste voluminho encontraremos é o outro, o que não serve para discursos na Assembleia da República, nem para manifestações, em feriados nacionais, com charanga e foguetes. Apenas serve, e não é pouco, para espelho da nossa aflição, ou consolo dessa errância sem destino, em busca de algum paraíso que só tem forma e figura na nossa imaginação.

A 9 de Março de 1941, quando Esther (Etty) Hillesum começou a escrever, no primeiro dos oito cadernos de papel quadriculado, o texto que viria a ser o seu Diário, estava-se longe de pensar que começava aí uma das aventuras literárias e espirituais mais significativas do século. Ela tinha vinte e sete anos de idade e morreria sem ter feito trinta.

José Tolentino Mendonça no prefácio da obra

Nestas páginas íntimas, encontramos reflexões apaixonadas sobre o amor puro, a paixão física, a religião, a vida, a morte e a literatura, bem como testemunhos da coragem, dos sonhos e da fé quase inabalável desta jovem intelectual holandesa que viria a falecer em Auschwitz três anos volvidos sobre a primeira linha nelas escrita. Nestas confissões há tristeza e desalento, mas, estranhamente, também «um humor leve e bailarino» que teima em não a abandonar. Há um crescendo no dramatismo e na urgência das suas ansiedades, que partem do pessoal para o coletivo, e do mais comezinho para o verdadeiramente excecional.

Tenho de viver a minha vida tão bem e tão completa e convincentemente quanto possível até ao meu derradeiro suspiro, para que o que vem a seguir a mim não precise de começar de novo nem tenha as mesmas dificuldades.

Obras singulares de Rainer Maria Rilke, O Livro de Horas e As Elegias de Duíno,  em reedição através da editora Assírio & Alvim.

A coleção de poemas O Livro de Horas foi escrita entre 1899 e 1903, em três partes, e publicada pela primeira vez em 1905. Por seu turno, As Elegias de Duíno datam de 1923. Esgotados no mercado há já algum tempo, ambos os títulos, em versão bilingue (Alemão/Português), são agora reeditados com novas capas.

Adília Lopes revela-nos o prazer de Estar em Casa, numa segunda edição, revista e aumentada, desta obra autobiográfica.

Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa encerra uma trilogia poética de forte componente autobiográfica, enriquecida com fotografias do arquivo familiar da própria autora. Eis uma revisitação às suas memórias de infância e como que um espelho da relação de Adília Lopes com a literatura e com o mundo que a rodeia. A presente edição inclui, como novidade, o capítulo Bule, abarcando mais de uma dezena de textos inéditos.

Cristiana Ramos
Escrito por: Cristiana Ramos

Dividida entre o mundo da Ciência e o mundo Geek. Viciada em livros e viagens. Espectadora assídua no cinema, especialmente se aparecer um certo Deus com cabelos loiros. Adora filmes de terror. Louca por cães, mas eles são tão fofos! Romântica incurável (apesar de não admitir). Fã de Friends e Big Bang Theory.