Luigi está de volta à mansão assombrada!

 

Depois de tantos grandes títulos lançados nos últimos tempos pela Nintendo para a Nintendo Switch, chega-nos, agora, no próximo dia 31 de Outubro, a nova aventura do Luigi, numa nova casa assombrada.
Para quem não se lembra, Luigi’s Mansion estreou-se nas consolas da Nintendo aquando o lançamento da Nintendo Gamecube, consola que na altura teve um pouco de dificuldades no mercado, uma vez que, a Playstation 2 vendia como hambúrgueres no Mcdonald’s. Daqui, resulta que poucas pessoas – pelo menos, não tantas como agora com a chegada da Nintendo Switch – tivessem oportunidade de testar os melhores jogos que a Nintendo tinha para oferecer na altura. Mesmo assim, dentro dos consumidores/jogadores que jogaram o primeiro título da sombra do Mário, foi um jogo muito bem recebido, mesmo com todos os seus defeitos. Principalmente, o facto do jogo ser, extremamente, curto (entre cinco a seis horas de jogo no modo Single player).
Todavia, como disse, o jogo adquiriu uma legião fiel de fãs, comigo incluído, que espera, ansiosamente, pelo próximo dia das Bruxas, para embarcar nesta nova aventura.
Estando apenas a tratar da notícia de lançamento deste título, deixo-vos apenas com algumas notas daquilo que espero que seja o jogo, pelo que já vi e analisei de trailers e outros vídeos comparados no YouTube.
Primeiro, adorava que este jogo fosse o dobro do que foi o primeiro. Por duas razões: a primeira – e mais importante – a duração do primeiro jogo, como já tive oportunidade de referir, não era a melhor. Por isso, espero que a malta da Nintendo tenha trabalhado no sentido de mostrar um bocadinho mais do mundo do Luigi aos seus fãs. Podem para isso, por exemplo, adicionar os Boo’s – coisa que já tinham colocado no primeiro jogo – para assim aumentar o post-game content. Podem ainda, nesta primeira parte, aumentar os modos Multiplayer, para assim a diversão não acabar apenas com o modo história, convencendo velhos e novos a manter a chama acesa mesmo depois de terminado o modo Single player.
A segunda razão prende-se com uma característica muito importante em todos jogos: diversidade. O que quero eu dizer com isto? Bom, antes de mais, diversidade de conteúdos, sejam eles através de fantasmas e criaturas novas, seja através de técnicas de combate (como já podemos observar nos mais distintos trailers) ou até, ao nível de ambientes. Lembro-me que o primeiro título desta saga foi pouco original no que toca a ambientes de jogo, bastando-se com o típico e esperado em vez de tentar inovar. Outra coisa que podem também trazer, que faz sempre imenso furor entre fãs é a parte nostálgica dos jogos, seja com referências dentro da saga ou fora dela. Há imensas referências a sítios assombrados no mundo do Mário e da Nintendo, sítios esses que seriam muito bem recebidos.
Depois, no seguimento das alterações que gostava de ver, era uma maior vida do ambiente que rodeia o Luigi. Não podem ser só os ambientes que têm de mudar mas sim, toda a dinâmica que rodeia o jogador, obrigando-o a pensar fora da caixa para resolver um problema ou de encontrar outra saída, sem ter a resolução/resposta chapada no jogo.
Por fim, queria apenas referir que não é apenas uma actualização nos fantasmas e criaturas fantásticas que é necessário mas sim, também, nos Bosses! Melhores técnicas de combate aliadas a uma maior diversidade de fantasmas únicos é a receita ideal para um magnifico jogo dentro deste tema.
Assim, espera-se que Luigi’s Mansion 3 nasça, adequadamente, dentro destes pressupostos para dar, aos fãs e amantes da Nintendo no seu todo, aquilo que eles merecem. Eu estou super ansioso para me assustar com o Luigi, e tu? Está pronto para entrar neste hotel do medo?! Mete o aspirador às costas e prepara-te para esta aventura de arrepiar até a criança mais destemida que conheces!
Este artigo pertence ao especial
Joel Henriques
Escrito por: Joel Henriques

A crescer com o Pokémon desde os cinco anos, apresento-me como um amante incurável do mundo dos videojogos e jogos de tabuleiro. Tenho como objetivo principal, em cada artigo que publico, escrever de forma a transmitir uma opinião simples, mas completa, para que todo o tipo de jogadores sinta que seja como se estivesse, ele próprio, a jogar. Acima de tudo, divirtam-se!